Prática
Calendário de conteúdo de campanha: como não ficar refém do improviso
Campanha sem calendário publica o que sobra. Com calendário, publica o que decide.
29 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Toda campanha começa organizada e termina publicando o que der. O calendário existe para adiar esse momento o máximo possível.
Três blocos, não um cronograma detalhado
Fixo. O que se repete toda semana, sempre: número, proposta principal, agenda. Produzido uma vez, publicado sempre.
Fase. O que muda conforme o momento — apresentação, propostas, reta final, véspera.
Reativo. O espaço deixado vazio de propósito, para o que acontecer. Cerca de 30% do volume.
Campanha que planeja 100% não sobrevive à primeira semana. Campanha que planeja 0% publica meme às duas da manhã.
O erro de encher tudo
| Planejamento | Resultado |
|---|---|
| 100% fechado | Quebra na primeira crise |
| ~70% fechado | Aguenta o imprevisto |
| 0% fechado | Improviso vira padrão |
Produção antecipada é o que salva
O material do bloco fixo tem que estar pronto antes da largada. Nas duas primeiras semanas — as de maior atenção — a equipe estará resolvendo problema, não produzindo peça.
Ritmo por canal
- Story: todo dia, várias vezes, informal
- Feed: de 3 a 5 por semana, mais cuidado
- WhatsApp: 2 a 3 por dia, no horário previsível
- Hotsite: atualiza pouco, é referência
Uma coluna que ninguém coloca no calendário
Quem aprova. Peça sem aprovador definido fica parada, ou pior: sai sem revisão. Ao lado de cada item, um nome.
O calendário mais útil não é o mais detalhado. É o que tem dono em cada linha.
Quer isso resolvido no processo, não na revisão?
O Santinho Digital entrega a peça com identificação de IA, tarja legal e consentimento registrado — em cada foto que o eleitor gera.
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Santinho Digital